A Disney enfrenta um processo por suposto plágio movido pelo animador Buck Woodall, que alega que o estúdio se apropriou de ideias do roteiro Bucky, submetido a eles em 2003. O processo foi apresentado na Corte Federal da Califórnia no dia 10 de janeiro, e traz à tona alegadas semelhanças entre seu trabalho e as produções Moana e Moana 2.
De acordo com Woodall, ele enviou o roteiro Bucky à Jenny Marchick, ex-diretora de desenvolvimento da Mandeville Films, que na época mantinha um acordo com a Disney. Além de enviar o material inicial, Woodall afirma que foi solicitado a fornecer designs de personagens e storyboards, com a promessa de que seu projeto seria produzido. Atualmente, Marchick é responsável pelo desenvolvimento de longas-metragens na DreamWorks Animation.
O processo alega que, após mais de 17 anos de trabalho e desenvolvimento no projeto de animação, a Disney teria utilizado partes essenciais de Bucky na criação de Moana, caracterizando, segundo Woodall, uma violação de sua propriedade intelectual.
Similaridades entre os projetos
O animador aponta diversas coincidências entre as tramas. Ambos os filmes se passam em vilarejos polinésios e têm protagonistas que desafiam os pais e embarcam em jornadas para salvar suas comunidades, interagindo com espíritos ancestrais representados por animais. Outros elementos compartilhados incluem o uso de uma tartaruga que dá início à jornada, um colar simbólico, um semideus com tatuagens, e a presença de uma criatura misteriosa escondida em uma montanha.
Woodall também destaca semelhanças com Moana 2, alegando que o enredo do filme inclui uma busca por uma ilha ancestral e uma missão para quebrar uma maldição. Uma cena específica, em que a protagonista é tragada por um redemoinho oceânico, é apontada como mais uma cópia de seu roteiro.
Histórico de disputas legais
Este não é o primeiro processo movido por Woodall contra a Disney. Em 2024, o animador havia movido uma ação semelhante em relação ao primeiro Moana, mas o caso foi arquivado por questões de prazo. Com o lançamento de Moana 2, Woodall retomou sua reivindicação e agora busca uma compensação de 2,5% da receita bruta da franquia, o que representa aproximadamente US$ 10 bilhões, além da proibição do uso do material relacionado a seu projeto.
A Disney refuta as acusações e assegura que ambos os filmes foram criados de maneira independente. O estúdio apresentou provas de que Moana foi desenvolvido com ideias originais e materiais de pesquisa próprios, e o diretor Ron Clements afirmou que o projeto de Woodall foi conhecido somente após o início da disputa legal.
Atualmente, Moana 2 segue em cartaz nos cinemas, com mais de US$ 700 milhões em bilheteira global. Além disso, a Disney trabalha em uma versão live-action do primeiro filme, prevista para ser lançada em 2026.
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