O estudante e influenciador digital Leonardo Ávila, atualmente matriculado no curso de administração do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) em Brasília, gerou revolta nas redes sociais e dentro da própria instituição após um vídeo polêmico onde se referia aos colegas de faculdade como “favelados”. A gravação foi compartilhada por Ávila, que acumula quase 234 mil seguidores nas redes sociais, e rapidamente se espalhou, causando indignação.
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No vídeo, Ávila, que cursa a graduação no campus da Asa Norte, afirmou que os alunos da instituição são “pobres de tudo”, mesmo sendo matriculados em uma faculdade considerada de alto custo. “O povo ainda fala: ‘Nossa, Léo, mas a sua faculdade é cara’. É cara, mas qualquer um arruma um jeito de pagar aqui, porque só tem favelado”, disse, rindo em tom irônico. Ele ainda revelou que já trocou de faculdade várias vezes e demonstrou frustração com sua atual instituição, alegando não gostar dos colegas e da faculdade.
As palavras de Ávila provocaram uma onda de repúdio entre os alunos do IDP, especialmente entre aqueles que se identificaram com o perfil de bolsistas ou com menor poder aquisitivo. Um estudante expressou sua indignação nas redes sociais: “Vejam esse vídeo. É assim que alguns enxergam os colegas de faculdade: como ‘favelados’, só porque são bolsistas ou não têm grana”, escreveu.
Após a repercussão negativa, o influenciador postou um vídeo de retratação onde, sorridente, afirmou que suas palavras foram “equívocas” e que não deveria ter se expressado daquela maneira. “A gente não deve se importar com a condição financeira dos demais. O que importa é o que a pessoa é por dentro”, declarou. Ele ainda justificou o vídeo original alegando que sua frustração era com a convivência na faculdade, mas que a condição financeira de cada um não deveria ser um ponto de crítica.
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Em resposta ao ocorrido, o IDP instaurou um processo disciplinar para apurar a conduta do estudante. A instituição, que tem um regulamento rigoroso contra ofensas e comportamentos discriminatórios, repudia a atitude do aluno e garantiu que medidas cabíveis serão tomadas, incluindo a possibilidade de advertência, suspensão ou até expulsão, conforme a análise do comitê disciplinar. A faculdade reforçou seu compromisso com a inclusão e a diversidade, enfatizando que tal comportamento não reflete a postura institucional.
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