Fique por dentro dos prós e contras do tratamento hormonal

viver_bem_unimed_reposicao_hormonal

A reposição hormonal ainda é uma questão que gera discussões e divide opiniões

Divulgação

 

A reposição hormonal ainda é, mesmo nos dias de hoje, uma questão que gera discussões e divide opiniões de pacientes e especialistas. Considerada, por muitos, a melhor opção para melhorar os sintomas causados pelo climatério, o tratamento ainda gera dúvidas sobre os resultados alcançados por todas as mulheres. Isso acontece devido aos diversos fatores que diferenciam cada caso, como hábitos de vida, necessidades, ou mesmo a expectativa de cada mulher.

O estudo americano WHI (Women’s Health Initiative), publicado em 2001, demonstrou que, em alguns casos, a reposição hormonal pode aumentar os riscos de doenças, como câncer de mama e derrame. Isso comprova a complexidade do tema e justifica os cuidados no momento de submeter uma mulher à reposição hormonal. Mas antes de falar sobre o tratamento, é preciso diferenciar menopausa de climatério.

A menopausa é a data que marca a última menstruação da mulher e geralmente acontece em torno dos 50 anos. Já o climatério é o período que pode anteceder a menopausa e não tem data para terminar. É nesta época que surgem os primeiros sintomas causados pela diminuição dos hormônios, como ondas de calor, insônia, alterações de humor, dores pelo corpo e dificuldade para ter relações sexuais. O climatério marca a vida das mulheres por representar o fim do período fértil, mas principalmente, pelos incômodos que podem causar. Os desconfortos, no entanto, são muito individuais.

banner_unimed

Saiba mais AQUI

Nome do fotógrafo

Profissionais da área de ginecologia ressaltam a importância de cada mulher procurar um médico para que seja feito um diagnóstico mais preciso. De acordo com os especialistas, o tratamento depende das condições de saúde da paciente, como a presença de doenças e hábitos de vida, como o fumo e sedentarismo. Os médicos ressaltam que as opções hormonais incluem a associação do estrógeno com a progesterona ou apenas o uso do estrógeno, dependendo de cada caso.

Além de melhorar os sintomas, as medicações diminuem o risco de câncer de cólon, diabetes tipo 2, fratura no quadril e coluna, e trazem maior disposição, melhora da pele e sensação de bem-estar. Por outro lado, o uso dos hormônios pode aumentar as chances de cálculos na vesícula, câncer de mama, trombose venosa profunda, derrame e aumento das taxas de triglicerídeos, um tipo de colesterol. Por isso, o histórico da paciente é muito importante, possibilitando a diferenciação daquelas portadoras dessas doenças ou que possuam grande risco de apresentá-las.

A terapia de reposição hormonal pode ter início logo que começa a irregularidade nas menstruações e dura enquanto persistirem os sintomas. Além disso, a paciente deve ir ao consultório médico pelo menos uma vez ao ano para fazer exames e as avaliações do andamento do tratamento. Nessas consultas, o médico junto com a paciente poderá também avaliar, a possibilidade de diminuição ou interrupção do uso de hormônios, avaliando-se os sintomas, até que cessem definitivamente.

www.unimedsjc.com.br