Eliminação dos criadouros continua a ser a principal medida preventiva contra a proliferação do mosquito aedes aegypti

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Causador de doenças graves como dengue, chikungunya e zica, o mosquito precisa ter seus criadouros eliminado

Divulgação



Como sabemos, o verão traz para a nossa região um período de muito calor, chuvas e umidade, que combinados tornam-se o ambiente perfeito para a proliferação do mosquito aedes aegypti. Causador de doenças graves como dengue, chikungunya e zica, o mosquito precisa ter seus criadouros eliminados a fim de se combater eficientemente sua proliferação.

A prevenção ainda é a melhor medida a ser adotada pelas autoridades e pela população. E além do combate aos criadouros, o uso do repelente também continua sendo uma boa alternativa preventiva, a fim de reduzir o risco de ser picado pelo aedes.

Como nunca é demais lembrar, a dengue, bem como a chikungunya e a zika, é transmitida pela picada do mosquito e se manifesta, geralmente, em torno de seis dias depois. Após o período de incubação, os sintomas se tornam evidentes, atingindo graus de severidade que podem provocar até a morte do paciente.

Os principais sintomas são:

- Febre alta e súbita
- Forte dor de cabeça
- Dor atrás dos olhos
- Perda do paladar e do apetite
- Manchas e erupções na pele
- Náusea, vômitos e tonturas
- Cansaço extremo
- Dor no corpo e nas articulações

Em relação às medidas preventivas para eliminar os criadouros, a principal é evitar o acúmulo de água em recipientes de qualquer espécie.

Veja algumas situações a serem observadas:

- Colocar areia em vasos de plantas
- Tomar cuidado com a caixa d’água
- Remover plantas e folhas das calhas
- Usar telas protetoras
- Não deixar pneus, recipientes, latas ou garrafas abandonadas em quintas ou terrenos

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Um dado muito curioso que justifica todas as medidas acima é que os mosquitos geralmente não voam mais de 200 metros além dos locais onde nasceram. Isso quer dizer que, caso você seja picado, é quase certo de que o mosquito proliferou próximo a você.

Além disso, também é importante observar a resistência das larvas, que podem sobreviver até três meses sem contato com a água. Quando lembramos que cada fêmea pode botar até 200 ovos de cada vez, temos a certeza de que a batalha contra a dengue não é fácil.

Portanto, a fim de continuarmos a registrar queda nos números e evitar, inclusive, mortes pela doença, é preciso o máximo de atenção e cuidado.

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