Boeing Embraer montagem avioes_2_divulgacao

A Embraer confirmou nesta quinta-feira, 10, que a proposta de acordo com a Boeing foi aprovado pelo governo brasileiro. A expectativa da empresa é que a negociação seja concluída até o final de 2019.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quinta-feira (10) que o governo não se opõe à proposta de fusão das empresas no setor da aviação comercial.

Em comunicado ao mercado, a fabricante brasileira lembra que a aprovação ocorre após as duas empresas terem firmado, no mês passado, os termos da joint venture contemplando a aviação comercial da Embraer e serviços associados. A Boeing terá participação de 80% na nova empresa e a Embraer, os 20% restantes.

A brasileira e a americana também chegaram a um acordo sobre os termos de uma segunda joint venture para promover e desenvolver novos mercados para o avião multimissão KC-390. De acordo com a parceria proposta, a Embraer deterá 51% de participação na joint venture e a Boeing, os 49% Restantes.

"Como próximo passo do processo, o Conselho de Administração da Embraer deverá ratificar a aprovação prévia dos termos do acordo e autorizar a assinatura dos documentos da operação. Em seguida, a parceria será submetida à aprovação dos acionistas, das autoridades regulatórias, bem como a outras condições pertinentes à conclusão de uma transação deste tipo. Caso as aprovações ocorram no tempo previsto, a expectativa é que a negociação seja concluída até o final de 2019", afirma a empresa.

Segundo a Embraer, a parceria estratégica com a Boeing irá possibilitar a ambas as empresas acelerar o crescimento em mercados aeroespaciais globais.

Leia mais:

Embraer ficará com 20% da empresa que será criada com a Boeing 
Acordo libera Boeing para vender 'Embraer' após 10 anos de contrato 
Após 49 anos, São José dos Campos vai deixar de ser a sede da Embraer

Com informações da Redação