Por Meon Em RMVale

Calçadas e árvore são engolidas por cratera na zona sul de São José

Prefeitura e Sabesp ainda não sabem o motivo que fez a cratera se abrir

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Seis famílias que moravam no local tiveram que deixar suas casas

Reprodução/Arquivo Pessoal

As calçadas e uma árvore no entorno da cratera que se abriu no dia 7 de janeiro na Rua Felisbina de Souza Machado, no bairro Jardim Imperial, foram engolidas com a chuva dessa segunda-feira (4).

De acordo com moradores, assim que a chuva cessou na tarde de segunda-feira o asfalto começou a ceder novamente carregando a árvore de grande porte. Desde a semana passada, a população local já temia que a erosão aumentasse e atingisse outras residências. 

A chuva que atingiu a cidade e grande parte da RMVale pode, de fato, ter contribuído para o aumento do buraco. Mas até o momento, nem a Prefeitura nem a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) sabem informar o motivo pelo qual fez a cratera se abrir.

Leia MaisMoradores temem que chuva aumente cratera e "engula" casas na região sul de São José; veja fotosCasas interditadas após abertura de cratera são invadidas por bandidos em São JoséDuas famílias deixam casas após cratera se abrir em rua na zona sul de São José

Esta é a terceira vez que uma cratera se abre no mesmo local. Neste ano, quando o buraco se abriu pela primeira vez, a via chegou a ser interditada e quatro dias depois voltou a ceder.

Desde o dia 17 de janeiro, quando a erosão aumentou de tamanho, seis famílias que moravam ao lado do buraco tiveram que deixar suas casas.  Até então, a cratera tinha 17 metros de profundidade e 15 metros de largura.

Outro lado

Por meio de nota, a Prefeitura de São José dos Campos informou que está monitorando a erosão e, em conjunto com a Sabesp, tomando as medidas cabíveis e emergenciais para garantir a segurança de todos.

A administração informou ainda que nesta terça-feira está colocando pedras de grandes dimensões para estabilizar a erosão e proteger os muros dos imóveis, e que também está escavando o acesso vertical, que está com cerca de 90% do trabalho concluído, para chegar à galeria de águas pluviais, desobstruir a tubulação e verificar a causa do afundamento do asfalto.

Já a Sabesp vai fechar o esgoto para parar o vazamento e fazer o conserto do tubo.

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