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O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), deixou nesta quinta-feira, 8, o escritório do presidente da República, Michel Temer, na zona sul da capital paulista, após uma conversa de cerca de 40 minutos. Na saída, o tucano disse ter feito apenas uma visita política mas aos jornalistas voltou a defender a formação de uma coalizão do PSDB, MDB, DEM, PP, e PSD para a eleição desse ano, tanto em nível federal como estadual.

"Tenho sempre procurado defender que a coalizão PSDB, MDB, DEM, PP, e PSD, entre outros bons partidos, pode ajudar o Brasil a encontrar um bom caminho na sucessão presidencial e também em São Paulo", disse.

Doria, que se movimenta para assegurar sua candidatura ao governo do Estado, negou ter discutido esse assunto com o emedebista ou ainda o apoio da legenda à sua chapa, mas lembrou que São Paulo tem 32 milhões de eleitores e que é capaz de decidir uma eleição.

"Se pudermos estar juntos, melhor", resumiu o prefeito de São Paulo.

Doria acrescentou ainda ser possível "acomodar" o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes pelo MDB, Paulo Skaf, dentro desse plano

O prefeito defendeu ainda a necessidade da reforma da Previdência e disse estar "confiante" de que ela possa ser aprovada.