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São Bento do sapucai

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São Bento do Sapucaí é uma cidade pequena que fica localizada a 82 km de São José dos Campos. A cidade tem o ar calmo e tranquilo, típico das cidades desta região, onde a praça central tem coreto e é palco para as festas tradicionais.

O turismo na cidade atrai turistas de todos os perfis, desde os aventureiros, até os mais românticos. O maior atrativo da cidade é a Pedra do Baú, famosa pela sua altura de 340 metros e altitude de quase um quilometro, sem falar da vista maravilhosa que se tem da Serra. Além da escalada na pedra, os visitantes que gostam de se aventurar podem praticar ainda tirolesa, mountain bike, fazer trilhas, rapel e até voo livre.

A cidade conta ainda com várias cachoeiras, algumas mais afastadas do centro da cidade, mas todas com destaque por sua beleza natural. O clima na cidade é subtropical, onde até mesmo nos meses mais quentes, a temperatura dificilmente não passa dos 22°C e nos meses mais frios podem cair abaixo de 0°C.

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Turismo Paulista

História

O Município da Estância Climática de São Bento do Sapucaí situa-se ao leste do Estado de São Paulo, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, Região Vale do Paraíba, mais especificamente no Alto Sapucaí. Compreende uma área de 279 km², dividindo em perímetro urbano: 91.405 km2 e rural 187,595 km2, com uma população de 10.355 (censo 2000) habitantes, sendo 44,68% na zona urbana e 55,2% na zona rural. Seu clima é ameno e saudável e o solo fértil permite uma agricultura diversificada que, ao lado da pecuária, forma a base econômica do Município que também produz hortifrutigranjeiros.

A história de São Bento do Sapucaí, remonta ao tempo do bandeirantismo, quando os paulistas de Taubaté galgavam a Serra da Mantiqueira e, pelo caminho velho do sertão, seguindo o curso do Rio Sapucaí, alcançavam as regiões auríferas das Minas Gerais.

Gaspar Vaz da Cunha, o Oyaguara, foi um dos primeiros a se fixar no Vale do Sapucaí e após ele muitos subiram a Serra e aqui se estabeleceram em vastas fazendas, onde desenvolveram a criação e o comércio de gado na região, apesar das acirradas disputas pelo domínio da terra conquistada pelos paulistas com os moradores da capitania de Minas Gerais.

Dentre esses fazendeiros destacou-se José Pereira Alves, o fundador da cidade. Era natural do Rio de Janeiro e morador de Pindamonhangaba. Adquiriu terras da região do Sapucaí-Mirim e se instalou com os familiares e escravos.

Contando já o povoado com cerca de 270 pessoas divididos em grupos, fazia-se sentir a necessidade de um padre que lhes ministrasse os sacramentos e de uma igreja para se reunirem na celebração a religião. José Pereira Alves, interpretando o sentimento dos sertanias, doou terras para construir uma capela e trouxe de Pindamonhangaba o Padre Júlio Velho Columbreiro, que benzeu o local onde se acha hoje a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, colocando ali a cruz da Redenção e uma bandeira com os dizeres: “Nossa Senhora Mãe dos Homens comovei os maus corações”. Mas o vigário de Pouso Alegre, Padre José Bento de Melo, frustou-lhe os intentos, arrancando a cruz e a bandeira e levando preso o padre Columbreiro. Pereira Alves não se deu por vencido e mandou que se iniciasse a construção da capela, mas teve que sustar o trabalho para manter a paz e o sossego com os conflitantes mineiros.

Serenados os ânimos, ele e sua esposa, Dona Ignez Leite de Toledo, doaram uma grande extensão de terras para ser erguida uma capela em louvor a São Bento, cuja imagem achava-se na capela da Guarda Velha, um pouco distante do povoado.

No dia 03 de fevereiro de 1832, o padre Manuel Alves Coelho, de Pindamonhangaba, aqui chegou e tomou posse de seu rebanho, fazendo o primeiro batizado numa casa particular, enquanto se construía a igrejinha para a qual foi transladada definitivamente a imagem de São Bento, vinda da Guarda Velha. A atual matriz só foi construída por volta de 1853.

Durante muito tempo teve-se como data de fundação o dia 3 de fevereiro de 1828, sendo seu centenário comemorado solenemente no ano de 1928. Posteriormente, adotou-se a data de 16 de agosto, data da elevação a categoria de Freguesia, no ano de 1832. Tempos depois a Freguesia passou a Vila, em 16 de abril de 1858, e quase uma década posterior, mais precisamente em 30 de março de 1876, tornou-se Cidade pela Lei nº 48, transformando-se em Estância Climática pela Lei Estadual de 26 de janeiro de 1976. O nome da cidade e do município está ligado ao Rio Sapucaí, que, na linguagem indígena, significa “rio que grita”. Logo foi escolhido o santo padroeiro do município, São Bento, fundador da ordem dos Beneditinos, em franca expansão no Brasil na época da fundação da cidade.

Há também a versão tradicional e popular que diz ter sido São Bento, o santo escolhido como padroeiro do lugar em virtude da proliferação de cobras venenosas na região, por sugestão dos escravos e colonos. A festa do padroeiro é celebrada no dia 11 de julho a e cada ano ganha maior brilhantismo. A Emancipação Política / Aniversário de São Bento do Sapucaí é comemorada todo 16 de agosto.

A população sambentista é tradicionalmente católica e herdou dos antepassados a celebração de muitas festas religiosas, destacando-se as festas de N.Sra. dos Remédios e São Benedito como as mais antigas ainda celebradas na cidade, introduzidas no século passado. Ao lado delas destacam-se a festa de Santo Antônio, Santo Expedito e Semana Santa.

Apesar de toda religiosidade, o povo é um tanto quanto místico, mantendo suas crenças, costumes e lendas que formam o folclore da região. Essas manifestações folclóricas se traduzem em danças, cantigas e artesanato, destacando-se a Catira, a Dança de São Gonçalo, os cantos de mutirão e a Encomendação das Almas.

Das lendas são as mais comuns: as do Saci, Mula sem cabeça, Assombração, Corpo Seco e as da Pedra do Baú.

Parte importante do folclore da cidade é o Carnaval. Documentos antigos nos dizem que era denominado “Saraus à fantasia” , logo no início do povoado. Por volta de 1890, já existiam os grupos carnavalescos, sujeitos à rigorosa legislação da Câmara Municipal da Intendência, que os obrigavam a portarem cartão de identificação e lhes proibia qualquer abuso, usando a justificativa de se acharem mascarados.

Sabe-se ainda que eram usado carros de bois para o carnaval de rua em épocas passadas. Os mesmos eram decorados em forma de castelos, pirâmides e navios, sendo que este último levava a banda de música, com seus componentes vestidos de marinheiros.

Há mais de um século, surgiram as figuras do Zé Pereira e da Maria Pereira, bonecos gigantes inspirados no folclore nordestino. Sua introdução no carnaval sambentista se deve à família Cortêz, João e Antônio Cortêz principalmente. Até hoje esses bonecos fazem a alegria das crianças e visitantes, no período carnavalesco, sambando e desfilando pelas ruas da cidade. Já está se tornando tradicional o carnaval de rua, com desfile de blocos e conjuntos de músicas carnavalescas que fazem o baile de carnaval na praça.

Na área de educação, a cidade conta com os seguintes estabelecimentos de ensino: ensino infantil no EMEI Jardim Encantado, um de ensino fundamental de 1ª a 4ª série, E.M.E.F. Cel. Ribeiro da Luz, o mais antigo estabelecimento de ensino da cidade, onde também existe o Projeto EJA – Educação de Jovens e Adultos e Escola Estadual “Dr. Genésio Cândido Pereira”, onde funcionam de 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e 1ª ao 3ª séries do ensino médio. Toda zona rural é servida por escolas de ensino fundamental municipal. Também a escola particular IEPES Instituto de Ensino e Pesquisa Sapucaí – ensino fundamental e médio.

Na parte esportiva, a cidade possui um conjunto poli-desportivo (Centro de Lazer do Trabalhado): ginásio de esportes com quadra coberta, um campo de futebol, dotado de boa infra estrutura: Estádio Municipal Benedito Gomes de Souza (Campo de Futebol e Pista de Bicicross) além das quadras das escolas.

A comunicação com o Sul de Minas, Vale do Paraíba e Capital, é feita por meio de estradas de rodagem asfaltadas, onde trafegam linhas regulares de ônibus- Expresso da Mantiqueira e Viação Gardência. Hoje a cidade tem acesso direto a Campos do Jordão pela Estrada Vicinal do Toldi.

A cidade recebe as imagens de quatro canais de televisão (via repetidor) – Bandeirantes, SBT, Rede Globo/Vanguarda, Bandeirantes e Rede Vida, é também servida de telefone fixo e público – Telefônica – código de área 012, também telefonia celular, eletrificação inclusive na zona rural, transmitida pela ELEKTRO Serviços de Eletricidade, Correios e Telégrafos, água fornecida pela SABESP, a cidade possui rede de esgoto, mas a SABESP não oferece sistema de tratamento do mesmo, enfim, possui melhoramentos necessários para a saúde e bem estar da população residente e visitante.

A Santa Casa de Misericórdia, Pronto Socorro Municipal, Maternidade e o Centro de Saúde “Dr. Vítor Monteiro” prestam serviço à população, inclusive odontológicos.

A Assistência Social, comandada pela Prefeitura Municipal, engloba as crianças e idosos e os menos favorecidos, com a ajuda da população e outras associações religiosas, como os Vicentinos, que atua principalmente nos bairros.

Orgulho de seus filhos ilustres entre eles: Plínio Salgado, Miguel Reale, Abade Pedrosa, Desembargador Affonso José de Carvalho, Eugênia Sereno, e tantos outros que sempre souberam elevar o nome de sua terra natal, terra esta que por suas belezas naturais fala de perto aos que a visitam, transmitindo-lhes uma mensagem de paz e tranquilidade.

E foi neste ambiente que Lamartine Babo se inspirou para compor a canção “No Rancho Fundo”, quando aqui se achava para tratamento de saúde, usufruindo das propriedades curativas do nosso clima.

Sua topografia montanhosa e farta vegetação proporcionam um clima ameno e saudável. A famosa PEDRA DO BAÚ (1950 m de altitude) representa um de seus acidentes geográficos de maior relevância. Outros locais procurados pelos visitantes são a Cachoeira do Toldi, Cachoeira dos Amores, Cachoeira dos Serranos, Pedra da Divisa, Rampa de Vôo Livre, etc. Foi conhecida como a Estância da Aventura, por abrigar a prática de uma série de Esportes de Aventura. Mas por essa e por tanta outras dádivas, São Bento do Sapucaí pode ser considerada como um Município onde se vive “EM PAZ COM A NATUREZA”.

Fonte: www.saobentodosapucai.sp.gov.br

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Raio x

Prefeito
Ronaldo Rivelino Venâncio (2017-2020)

População
População estimada [2018]: 10.862 pessoas População no último censo [2010]: 10.468 pessoas

Trabalho e Rendimento
Salário médio mensal dos trabalhadores formais [2016]: 1,7 salários mínimos Pessoal ocupado [2016]: 1.759 pessoas População ocupada [2016]: 16,2 %

Educação
Taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade [2010]: 98,5 % Ideb – Anos iniciais do ensino fundamental [2015]: 6.4 Ideb – Anos finais do ensino fundamental [2015]: 5.6

Economia
PIB per capita [2015]: R$ 15.946,14 Percentual das receitas oriundas de fontes externas [2015]: 85,3 % Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) [2010]: 0.720

Saúde
Mortalidade Infantil [2014]: - óbitos por mil nascidos vivos Estabelecimentos de Saúde SUS [2009]: 3 estabelecimentos

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